Despertando a Intuição - Autoconhecimento e Saúde Parte I

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Despertando a Intuição - Autoconhecimento e Saúde Parte I

Mensagem  Vinny em Qui Jun 26, 2008 2:13 pm

Se não reconhecemos nem expressamos nossas emoções, se não as movimentamos para fora e não nos movimentamos para diante, então as emoções farão o movimento por nós. O modo como percebemos o mundo e tudo que está nele afeta o modo como o mundo nos influencia.

:: Definição: "um processo de alcance de conclusões precisas baseando-se em informação inadequada" ou ainda "a base e fonte da intuição é o conhecimento previamente adquirido, uma perícia baseada na memória e na experiência prévia".

. Jung - acreditava que podemos ter percepções intuitivas por meio da "exploração do inconsciente coletivo".

. Jonas Salk - sustentava que a criatividade depende da interação entre intuição e pensamento racional.


De qualquer forma, todos deveríamos ser receptivos ao papel da intuição em nossas vidas. Como escreveu um cientista: "A intuição é uma capacidade universal que se reflete não só nas criações de grandes cientistas, mas também nos palpites quotidianos dos indivíduos".

Ao mais humilde de nós ela pode revelar coisas surpreendentes.



:: Ignorar sua intuição: ignorar o que ela está tentando lhe dizer por meio de seu corpo é como ignorar um barulho chocalhante que seu carro faz a baixa velocidade. Você pode acelerar, subir o vidro e pensar que o barulho desapareceu, mas ele ainda está ali. Um dia desses, o motor cai...

Pensamos no cérebro como a sede do intelecto e da inteligência. Mas o intelecto e a inteligência representam apenas metade do potencial cerebral. Com muita frequëncia, esquecemos a intuição, a outra capacidade que o cérebro coloca a nosso dispor.

Esquerdo - racional, lógico
Direito - emocional, intuitivo

O personagem do Espantalho, em o Mágico de Oz, com sua idéia do que constitui um cérebro, tipifica o que pensa a maioria de nós. Se tivesse um cérebro, poderia calcular de cabeça as equações de Einstein e declamar disparado, palavra por palavra e sem erro, os sonetos de Shakespeare. O que ele estava realmente expressando nesses desejos era a vontade de ter um 'cérebro esquerdo' , a parte do cérebro que mais tem importância para o intelecto e para o pensamento racional.
Porque genuinamente, era óbvio que ele já possuia algum tipo de poder cerebral, como bem sabia o mágico, embora o próprio Espantalho não o reconhecesse. Se ele conseguiu ajudar Dorothy em suas andanças pela Terra de Oz, foi porque tinha acesso à intuição, capacidade com a qual o 'cérebro direito' está mais sintonizado.

Apresentar dominância do hemisfério esquerdo _ lógico, analítico, organizado _ não significa que você não seja nem possa ser intuitivo.

Todos nós somos intuitivos.

Mesmo aquele engenheiro que maneja a calculadora e parece ter no corpo nem um pingo de imaginação ou intuição poderia surpreender-nos com suas capacidades intuitivas. Por exemplo, alguém consegue ser mais certinho e organizado do que um executivo da área empresarial? No entanto, pesquisas mostram que os melhores executivos dessa área usam mais processos de raciocínio do hemisfério direito que do esquerdo. Sabe todos aqueles modelos complexos de tomada de decisão e de gerenciamento que são constantemente criados e ensinados nas escolas de Administração? Acontece que os melhores administradores os ignoram! Na
avaliação de pessoas e situações, eles preferem ler as expressões faciais, a entonação, a voz e os gestos, e daí chegar a decisões. Estão usando o hemisfério direito, não o esquerdo.

Utilizar demais um dos hemisférios também pode ter consequências funestas.
Alguns estudos sugerem que a loucura ou a esquizofrenia podem ser o resultado de um hemisfério esquerdo hiperativado.

Isto é na verdade, notavelmente contrário à intuição, pois demonstra que usar demais o hemisfério esquerdo pode levar à instabilidade emocional. Embora seja o hemisfério direito a sede da emoção! Evidentemente, afastar-nos da emoção, segregá-la de nossas vidas, pode levar à loucura, além de ser contraproducente!!!



:: Lembranças: são a experiência de uma emoção, codificada e padronizada em nossos cérebros e corpos. Alterar alguma coisa em nossos corpos pode concretamente melhorar nossas emoções. E inversamente, se nossas emoções se curarem, um corpo mais saudável pode resultar disso.

Precisamos aprender a ligar emoções e estados corporais, num processo para a vida inteira.
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